SEJAM BEM VINDOS

Um intermediário entre a sabedoria e a ignorância. O saber que não sabe.

( Professora. JULIANA BRAMATTI)
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sexta-feira, 30 de abril de 2010

trabalho n° VI

Bom galera....pra quem ainda quer entrar na faculdade... ainda a tempo... corram!!!
mande seu e-mail para : projetospelavida@gmail.com
ou então para mim: juliana.saudades@hotmail.com

galera!!!

Eu quero que vo6 vejam esse slide sobre aristóteles:

http://www.4shared.com/document/XgXTNLYv/trabalho_de_filosofia.html

pra beixar é rapidinho tá???
o nosso trabalho é:
Você deve agora,relacionar as ideias de sócrates e de platão e FAZER UMA REDAÇÃO COM O SEGUINTE TEMA:

"O HOMEM ESTÁ CONDENADO A SER LIVRE"


quero tbm deixar um vídeo minúsculo pra vo6, sobre os 3 maiores filósofos da grécia antiga...

2° semana de aula- Aula 3/ Artigo 5 (ESTOICISMO)

A filosofia estóica surgiu em Atenas por volta de 300 a.C, e foi até 200 d.C. Seu fundador foi Zenão (333/332 a.C.), originário da ilha de Chipre, que se transferiu para Atenas depois de ter sobrevivido a um naufrágio. Ele reunia seus ouvintes debaixo de um Pórtico. O substantivo estóico vem da palavra grega para "pórtico" (stoa). Teve muita influência na cultura romana. Os estóicos diziam que todas as pessoas eram parte de uma mesma razão universal, ou "logos". Eles consideravam cada pessoa um mundo em miniatura, um "microcosmo", que era reflexo do "macrocosmo". Isto levou à idéia de um direito universal mente válido, o assim chamado direito natural. O direito natural baseia-se na razão atemporal do homem e do universo e, por isso mesmo, não se modifica no tempo e no espaço. Para os estóicos, as legislações dos diferentes Estados não passavam de imitações imperfeitas de um direito cujas bases estavam na própria natureza. Assim como apagavam as diferenças entre o individuo e o universo, os estóicos também negavam a oposição entre "espírito" e "matéria". Para eles existia apenas uma natureza. Chamamos tal concepção de monismo (em oposição, por exemplo, ao claro dualismo, à bipartição da realidade, de Platão). Os estóicos eram marcadamente cosmopolitas, o que significava que eram filhos legítimos de sua época. Sendo cosmopolitas, eram mais abertos para a cultura contemporânea do que os filósofos chamados cínicos. Chamavam atenção para a convivência entre as pessoas, interessavam-se por política, e alguns deles chegaram a ser estadistas atuantes, como por exemplo o imperador Marco Aurélio (121 - 180). Graças a esses homens, e, sobretudo ao orador, filósofo e político Cícero (106 - 43 a.C.), a cultura e filosofia gregas conquistaram terreno em Roma.

2° semana de aula- Aula 3/ Artigo 4 (ECLETISMO)

O termo ecletismo denota a combinação de diferentes estilos históricos em uma única obra sem com isso produzir novo estilo. Tal método baseia-se na convicção de que a beleza ou a perfeição pode ser alcançada mediante a seleção e combinação das melhores qualidades das obras dos grandes mestres, fazendo sempre uma releitura. Como movimento artístico, o ecletismo ocorre na arquitetura no século XIX, na França, e se difunde para várias regiões do mundo. No Brasil o ecletismo é a corrente dominante da arquitetura, principalmente para aqueles que investiram na industrialização. O tijolo aparente foi usado em larga escala. No Brasil o ecletismo não era somente um movimento artístico, mas também algo que identificava a sociedade que o usava como aquela que valoriza o progresso e mostra erudição (conhecimentos do passado). Tanto que com a proclamação da República ele foi escolhido como porta-voz de uma nova época, já que através da ordem, se conseguiria o progresso, seria uma extensão da Europa. Isso seria modernizar, embelezar, racionalizar o espaço e sanear. Na sociedade, quem utilizava o ecletismo em suas construções, pertencia a um grupo, era identificado por isso, era um status. Assim, apesar da renda, tanto as residências de classe média como a baixa, tentavam, a seu modo, reproduzir o estilo em suas residências. Apesar disso, eram facilmente identificadas as diferentes classes sociais, pois o ecletismo era para quem possuísse capital. Os palacetes, dos donos de fábricas, eram construídos em colinas, com jardins, longe das regiões fabris (forma de proteção). Já as casas dos operários eram construídas nas várzeas, sem jardins, perto das fábricas. Após esse período, o Modernismo criticou gravemente o uso do ecletismo, já que o utilizavam como uma simples cópia, alienação da realidade brasileira. Isso era perfeitamente compreendido, já que uma sociedade colonizada, dominada político, econômico e culturalmente buscava sempre a valorização do que vinha de fora, o que era importado era melhor.

2° semana de aula- Aula 3/ Artigo 3 (CETICISMO)

Graças às obras do médico grego Sexto Empírico, que deixou uma exposição sistemática e completa da filosofia cética, esta nos é tão ou melhor conhecida que a maior parte das outras doutrinas da Antigüidade. Contudo, a difusão, o renome e a influência do ceticismo nunca se igualaram às do platonismo, do aristotelismo, do epicurismo ou do estoicismo. Isto se deve principalmente a duas causas. Em primeiro lugar devido ao fato de que esta atitude filosófica, que implica um questionamento radical do conhecimento sensível e racional, não poderia ser compatível com uma tendência profunda do homem: a que o leva a buscar, pela especulação, verdades incontestáveis e solidamente estabelecidas para fazer delas o fundamento, o apoio de sua existência. O espírito humano dificilmente consente em reconhecer seus limites: não é de sua natureza confessar-se in­capaz de chegar a certezas absolutas. Por detrás da diversidade cambiante dos fenômenos, ou seja, das aparências, o pensamento ocidental procurou, durante séculos, apreender o que e. Definir o Ser-em-si, o Bem por excelência foi, durante muito tempo, o fim supremo de suas investigações. Ora, o ceticismo não cessou de recusar à inteligência humana a capacidade de conceber estes princípios. Como reconhecer a importância de uma “doutrina” que contesta o valor de todo empreendimento filosófico tradicional? Além disso, os próprios termos “ceticismo” e “cético” foram, sobretudo a partir do século XVIII, objeto de um mal-entendido que contribuiu, em certa medida, para fazer conhecer mal o sentido e o alcance verdadeiros do “pirronismo” grego. Estas palavras foram usadas — e o são ainda — para designar a atitude própria de Voltaire, que consiste em colocar em dúvida as afirmações da fé religiosa, submetendo-as à crítica da razão ou da experiência sensível. As noções de ceticismo e de incredulidade foram, às vezes, identificadas e até confundidas.

2° semana de aula- Aula 3/ Artigo 1 (ARISTÓTELES)


Aristóteles nasceu em 384 a.C. em Estagira (Macedônia) e morreu no ano 322 a.C. em Cálcis (Eubéia). Aristóteles foi discípulo de Platão, mas seguiu o próprio caminho, com uma filosofia bem diferente do mestre. Quanto ao método de exposição da filosofia, enquanto Platão utilizara os diálogos, Aristóteles foi um sistematizador. Embora ele também tenha escrito diálogos, o que chegou até nós foi apenas uma parte das suas obras produzidas em forma descritiva e ordenada. Aristóteles sistematizou todo o conhecimento filosófico e científico produzido até sua época. Sua vida: Aristóteles foi preceptor de Alexandre Magno, na corte de Pela, e isso facilitou suas pesquisas pois, quando Alexandre expandiu o império Macedônico, o filósofo teve mais acesso às informações sobre formas de governo e sobre o mundo natural (do qual Aristóteles fez uma das primeiras classificações conhecidas). Quando Alexandre sobe ao trono na Macedônia, Aristóteles deixa a corte de Pela e volta para Atenas, onde funda sua própria escola de filosofia, próxima ao templo de Apolo Liceano (por isso passa a se chamar Liceu), seguindo uma orientação que rivaliza com a Academia de Platão que, nesse tempo, é dirigida por Xenócrates. A Academia era mais voltada para as Matemáticas e Filosofia, enquanto o Liceu se dedicava principalmente às Ciências Naturais. Sua principal Obra: Metafísica/Órganon: A obra de Aristóteles – corpus aristotelicum foi organizada por Andrônico de Rodes, que dirigiu o Liceu no século I a.C. Na sua Metafísica, Aristóteles ensina sobre o Ente, que é tudo aquilo que é, que tem Ser. É a noção mais abrangente de todas. Aristóteles cria a teoria das quatro causas do ser: material, formal, eficiente e final. Para Aristóteles, a permanência e o movimento necessitam dessa teoria para que possam ser explicados: a teoria das causas do Ser. Há causas que são: a) Intrínsecas (estáticas – explicam o ser) 1. Material: responde à pergunta do que é feita alguma coisa. 2. Formal: responde à pergunta como uma coisa é feita? É o ato ou perfeição pelo qual uma coisa é o que é. Pode-se chamar também de essência. b) Extrínsecas (dinâmicas – explicam o vir a ser ou devir) 1. Eficiente: responde à pergunta quem fez? Trata-se do agente ou princípio do qual resulta a coisa. 2. Final: responde à pergunta para que é feita? Trata-se do objetivo que move o agente a atuar sobre tal coisa. Por exemplo: uma mesa feita de madeira ( causa material), com um lugar para colocar os livros (causa formal), feita pelo marceneiro (causa eficiente) para servir ao estudo dos alunos (causa final). Inteligência Divina na filosofia de Aristóteles: atração do ser. Para Aristóteles, há uma substância supra-sensível que é a Inteligência Divina (1º motor imóvel – ato puro) que pensa a si mesma e atua como Causa Final (por atração) e não como causa eficiente (pois, segundo ele, o Universo sempre teria existido). Lema de Aristóteles: "O homem que não precisa da sociedade, ou é um Deus ou uma besta".