sexta-feira, 30 de abril de 2010
2° semana de aula- Aula 3/ Artigo 3 (CETICISMO)
2° semana de aula- Aula 3/ Artigo 2 (EPICURO)
foi favorável ao atomismo, doutrina desenvolvida originalmente por Leucipo e Demócrito, que o influenciou quando começou a filosofar, aos catorze anos. Sua família era nobre, mas ficou pobre. Seu pai foi um dos colonos que foram de Atenas para Samos. Quando criança acompanhava a mãe no trabalho em casas de pobres, e assim conheceu as crenças populares. Não sofreu muita influência dos filósofos que o precederam, pois não se dispôs a estudá-los. Em 325 a. C vai para Atenas onde comprou um jardim estabeleceu sua escola. Os epicuristas, alunos desta escola filosófica podiam ser homens ou mulheres, eram unidos entre si e com os professores. Atenas atravessava uma época difícil, mas ele lá permaneceu. Existe um busto que nos dá a descrição de Epicuro: a cabeça é forte, o nariz acentuado, os lábios espessos, a expressão calma e benevolente. Tinha muitos discípulos e amigos. O ponto básico de sua doutrina é que o bem é o prazer, e acusam os epicuristas de terem se entregue aos excessos dos festins, mas Epicuro comia muito pouco nas suas refeições diárias. Os atenienses eram atraídos pelo programa da sua escola : "aqui vocês encontrarão-se bem, aqui reside o prazer. Os epicuristas tinham os estóicos como adversários. Epicuro foi um dos grandes escritores da Antigüidade, compôs mais de trezentos tratados. Não era muito científico, e suas conclusões são passíveis de críticas. Escreveu um tratado, Da Natureza, em trinta e sete livros, no qual delineia a teoria atomística, os átomos são a explicação final das coisas, pontos últimos de deslocando no vazio, nada existe a não ser isso, a alma é formada de átomos materiais, tudo acontece devido a interação mecânica entre eles. O universo é corpo e espaço. Deve-se argumentar com aquilo que não é evidente aos sentidos. Sempre existiu alguma coisa e os átomos tem variadas formas . Enquanto o prazer é o soberano bem, a dor é o soberano mal. É uma moral hedonista, e tem que se eliminar toda a dor. A ataraxia (que é um estado da alma em que nada consegue perturbá-la, ela fica impassível. Chega-se a ela atendendo os desejos naturais e ignorando os desejos supérfluos, o sábio feliz contenta-se com o estritamente necessário. É o prazer estável que garante a felicidade. Devemos filosofar em atos. Todo o incômodo desejo se dissolve no amor a filosofia. E o sábio não tema a morte, pois quando se vive ela não existem não a sentimos e quando chega a morte, se deixa de ser.
Para Epicuro, o essencial para a felicidade é a nossa condição íntima. O desejo precisa ser controlado, para que a serenidade nos ajude a suportar a dor. A vida se torna agradável com o sábio raciocínio, que investiga a causa. A justiça não existe em si. Outra coisa interessante é o seu conselho para vivermos em reclusão, ignorados.
Por ser um defensor do prazer, quiseram fazer de Epicuro e os Epicuristas defensores da volúpia, mas o próprio fala contra isso, o prazer não é sensual.
Karl Marx escreveu uma tese sobre Demócrito e Epicuro. Nietzsche em alguns trechos comenta o epicurismo e o estoicismo, especialmente na Gaia Ciência.
2° semana de aula- Aula 3/ Artigo 1 (ARISTÓTELES)

trabalho n° V
Bom gente.. estudar Sócrates, o pai da filosofia e Platão, é meio complicado porque Sócrates, nunca escreveu nada durante toda a sua vida... Já Platão, que muito escreveu, descrevia Sócrates da maneira como ele o via...
Sócrates foi o Pai da IRREVERÊNCIA, DA ATITUDE E DA CORAGEM...
em seu leito de morte foi capaz de ousar e de desafiar a humanidade a pensar.
Já Platão, nós constumamos dizer ki é o berço da filosofia, pois todas as coisas que são discutidas na filosofia, são adaptações de Platão...
Tudo o que Sócrates queria era fazer a população pensar: sobre a vida, sobre a política da época, enfim, sobre tudo...
Platão tentava, também abrir os olhos das pessoas, através de seu mundo das idéias... Dizia que as pessoas não tinham conhecimento, porque não queriam ter...
Para entender Platão é bom assistir MATRIX... PILULA AZUL OU VERMELHA???
Para Platão também era essencial trabalhar corpo e mente, fazendo os 2 entrarem em perfeita harmonia, era assim que se alcancançaria o conhecimento!!!
Bom, baseado nestes 2 grandes gênios, Vou pedir-lhes o nosso 5° trabalho...
-FAÇAM UM SLIDE: USEM OS RECURSOS QUE PUDEREM...
DESTACANDO:
VIDA DE SÓCRATES E MORTE DE SÓCRATES E PENSAMENTOS DE PLATÃO...
E A INFLUÊNCIA DE PLATÃO NOS DIAS DE HOJE...
USEM IMAGENS, SONS, O QUE VOCÊS QUIZEREM... SEJAM BEM CRIATIVOS..
PODE SER NO PROGRAMA QUE QUIZER....
VLW...
2° semana de aula- Aula 2/ Artigo 4 (PLATÃO parte II)

O mundo das Idéias de Platão é um mundo transcendente, de existência autônoma, acima do mundo sensível. As Idéias são formas puras, modelos perfeitos eternos e imutáveis, paradigmas. O que pertence ao mundo dos sentidos muda o tempo todo, se corrói e se desintegra com a ação do tempo. Mas tudo o que percebemos, todos os itens são formados a partir das Idéias, constituindo cópias imperfeitas desses modelos espirituais. Só podemos atingir a realidade das Idéias, na medida em que pelo processo dialético, nossa mente se afasta do mundo concreto, atravessando com a alma sucessivos graus de abstração, usando sistematicamente o discurso para se chegar à essência do mundo. A dialética em Platão é o principal instrumento de busca da verdade. Platão tirou da filosofia de Parmênides a noção da imutabilidade do Ser e de Heráclito a certeza de que o mundo sensível está em perpétuo estado de fluxo, sendo impossível conhecê-lo, e chegou a uma síntese desenvolida na teoria das Formas.
Uma analogia pode ser feita para compreendermos a teoria do Mundo das Formas (eidos) ou Idéias de Platão -o mundo inteligível que existe a parte da realidade sensível e é imutável. Imagine que o universo é o monitor do seu computador. As sucessivas imagens que passam pela tela são as múltiplas realidades cotidinas dos sentidos: explosões que vêm e vão, dando lugar logo a outras. Mas o monitor em si não muda: a realidade dele é constituída solidamente. Antes, ele engloba todas as realidade possíveis do mundo dos sentidos. Os fótons se acendem e apagam dentro dessa totalidade, como as imagens que os sentidos nos mostram. Mas, só com a inteligência podemos abordar essa realidade e chegar ao conhecimento, já que, para a metafísica clássica através do pensamento podemos chegar a realidade auto-consistentes. É por isso que uma frase de Platão acerca do tempo pode ser citada para ilustrar este argumento: “O tempo é a imagem móvel da eternidade”. Assim, em Platão temos um Realismo das Idéias, pois estas existem de forma perene independente do sujeito que conhece, e este só conhece na medida em que consegue contemplá-las com a luz interior da razão.
A IDÉIA de Platão é, portanto, a unidade dentro da multiplicidade. Para conhecer esta unidade é preciso que a inteligência confronte as opiniões contrárias e aparentemente contraditórias, até chegar a uma essência que supere o mero grau de opinião (doxa) e possibilite a ciência (episteme). O método dialético é este confronto e a essência é a Idéia, ou forma. A palavra “dialética” é da mesma família de “diálogo” e o formato escrito da obra de Platão mostra a sua importância dentro da doutrina. Através dos diálogos, exercia-se a dialética. Esta era um “jogo” presente em toda a sociedade ateniense, mas Sócrates quem a elevou a um grau único como o melhor método para conhecer a verdade, ou a Idéia.
O pensamento de Platão dialogava com antigas tradições já existentes, como algumas orientais e egípcias, coadunante com sua teoria de metempsicose, por exemplo. Ele acreditava numa alma imortal, que já existia no mundo das Idéias antes de habitar nosso corpo. O diálogo que melhor demonstra isso é o Fédon. Assim que passa a habitá-lo, a alma se esquece das Idéias perfeitas. Então o mundo se apresenta a partir de uma vaga lembrança. A alma quer voltar para o mundo das Idéias e por isso o conhecimento está ligado à lembrança. No diálogo Mênon, Sócrates mostra que um escravo (considerado inferior naquela época) podia ter um intrincado conhecimento abstrato de matemática, pois sua alma já possuía o conhecimento que Sócrates, porta-voz da Academia de Platão, ia trazer à luz através do seu jogo de perguntas e respostas. Conhecer, em Platão, é portanto, lembrar. Um dos primeiros críticos de toda essa teoria de Platão foi um de seus alunos da Academia, Aristóteles, que desenvolve uma metafísica opositora à metafísica de Platão.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
2° semana de aula- Aula 2/ Artigo 3 (PLATÃO)
Bom gnt esse assunto é bem extenso, eu porei só o resumo mas é sempre bom vo6 darem mais uma aprefundada tá? bons estudos...

Platão nasceu em Atenas no ano 427 a. C. e morreu em 347 a.C. Foi o discípulo de Sócrates e mestre de Aristóteles. Era filho de uma nobre família ateniense e seu nome verdadeiro era Arístocles. Seu apelido de Platão foi devido à sua constituição física e significa “ombros largos”. Após a morte do seu mestre Sócrates, Platão fez muitas viagens, ampliando sua cultura e suas reflexões. Por volta de 387 a.C., Platão fundou sua própria escola de filosofia, nos jardins construídos pelo seu amigo Academus, o que deu à escola o nome de Academia. É uma das primeiras instituições de ensino superior do mundo Ocidental. Segundo Platão, os sentidos só podem nos fornecer o conhecimento das sombras da verdadeira realidade, e através deles só conseguimos ter opiniões, um conhecimento imperfeito das coisas. O conhecimento verdadeiro se consegue através da dialética, que é a arte de colocar à prova todo conhecimento adquirido, purificando-o de toda imperfeição para atingir a verdade. Cada opinião emitida é questionada até que se chegue à verdade. Para Platão, o verdadeiro conhecimento está no mundo das Idéias. Um de seus textos mais interessantes é a Alegoria da Caverna. Nesse texto Platão faz uma tentativa de explicar a condição do filósofo, ou seja, o papel daquele que busca levar os seus companheiros ao conhecimento da verdade. Platão descreve que; há homens presos, desde meninos, por correntes nos pés e no pescoço, com o rosto voltado para o fundo da Caverna. Próximo à entrada da caverna desfila-se com muitos objetos diferentes, cujas sombras são projetadas pela luz do Sol na parede do fundo. Os prisioneiros contemplam as sombras, pensando tratar-se da realidade, pois é a única que conhecem. Um dos prisioneiros consegue escapar, e, voltando-se para a entrada da caverna, num primeiro momento tem sua vista ofuscada pela luz intensa, mas aos poucos ele se acostuma e começa a descobrir que a realidade é bem diferente daquela que ele conheceu a vida toda, por meio das sombras. Esse homem se compadece dos companheiros da prisão e volta para lhes anunciar aquilo que contemplara. Ele é chamado de louco e é morto pelos companheiros.
Essa alegoria pode ser interpretada assim:
Prisioneiros: todos nós
Caverna: nosso mundo sensível
Sombras: conhecimento conquistado pelos sentidos
O mundo iluminado pelo sol: mundo das idéias puras e perfeitas.
O homem que descobre a verdade: Platão parece estar se referindo a Sócrates que foi condenado à morte por ter se preocupado em conhecer e ensinar a verdade.
Platão escreveu quase toda sua obra na forma de diálogos. A República é uma de suas principais obras. Divide-se em 10 livros. É um dos mais importantes tratados de Ciência Política, Teoria do Estado e Educação onde idealizou um Estado dividido em três classes principais.
Principais lemas de Platão: "Só quem sabe Geometria pode entrar na Academia"
Pensamento político: "Cada um deve atender as necessidades da cidade naquilo pelo qual a sua natureza esteja mais dotada".
2° semana de aula- Aula 2/ Artigo 2 (DEFESA DE SÓCRATES)
ESSE CONTEÚDO É MIO EXTENSO TÁ GNT, VOU PRECISAR KI VO6 TENHAM PACIÊNCIA PARA LÊ-LO:
Apologia de SócratesPlatão
Apologia de Sócrates é um
livro sobre a defesa do filósofo Sócrates em seu julgamento. O livro foi
escrito por Platão, seu discípulo, uma vez que o próprio Sócrates não deixou
nada escrito.
Sócrates fora acusado de
negar a existência dos Deuses da época e de corromper os jovens.
No livro Sócrates diz
que Xenofonte, seu amigo de infância e
também discípulo, certa vez perguntou a pitonisia, que era a sacerdotisa do
templo de Delfos, se existia alguém mais sábio que Sócrates. A pitonisia
respondeu que não.
A resposta deixou o
filósofo intrigado, pois ele mesmo não se considerava a pessoa mais sábia de
todas. Ele resolveu então fazer uma pesquisa, foi até as pessoas mais sábias
que ele conhecia para tentar provar que essas eram mais sábias que ele.
Ele foi aos políticos, aos
poetas, aos artífices e aos oradores. E de sua experiência com todos chegou à
conclusão de que todos esses que ele considerava sábios na verdade não o eram.
Isso por que eles se acreditavam sábios, acreditavam em sua sabedoria e
intelectualidade e não reconheciam que sua sabedoria na verdade não tinha
nenhum mérito.
Para Sócrates a virtude
era conhecimento, e o conhecimento era algo inatingível, daí a famosa frase:
“Só sei que nada sei”.
Sócrates promovia diversos
debates e provocava as pessoas com diversas perguntas, seu objetivo não era
irritar ninguém mas sim fazer com que as pessoas pensassem sobre o que lhes
estava sendo perguntado. Ele acreditava que dessa maneira as pessoas colocariam
para fora o verdadeiro conhecimento.
Muitos jovens gostavam de
ouvir Sócrates durante suas pesquisas e começaram a realizar pesquisas eles
mesmos. Daí nasceram as acusações contra Sócrates, os acusados de não serem
sábios encontraram por meio de seus jovens discípulos uma maneira de
incriminá-lo.
Os principais acusadores
de Sócrates eram: Meleto pelos poetas, Anito pelos artífices e Lícon pelos
oradores.
Sócrates durante todo o
julgamento é responsável por sua própria defesa, que tem passagens brilhantes
como no momento em que ele coloca Meleto em contradição ao dizer que Sócrates
não acredita nos Deuses, mas como pode ele pode não acreditar nos Deuses e
acreditar nos demônios que também são uma espécie de Deuses, por serem filhos
bastardos de ninfas e Deuses. Seria como acreditar em coisas humanas mas não
nos homens.
Ele recusa-se também a
fazer o teatro que era feito pelas pessoas julgadas naquela época, que levavam
os filhos, mães e familiares em geral para apelar ao lado emocional dos juízes.
Por fim Sócrates é
considerado culpado e condenado a beber um veneno chamado cicuta.
Ele não considera a morte
ruim, considera uma libertação de seus inimigos e de tudo que é ruim na vida.
Compara a morte a uma noite de sono sem sonhos, diz que se pensar em todo os
dias de sua vida o melhor, entre todos, será com certeza a noite calma e
tranqüila sem sonhos. Diz também que se por outro lado a morte for o despertar
para outra vida, seria igualmente bom, ele poderia encontrar pessoas queridas
que já haviam morrido, dentre elas outros condenados injustamente.
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