SEJAM BEM VINDOS

Um intermediário entre a sabedoria e a ignorância. O saber que não sabe.

( Professora. JULIANA BRAMATTI)

sexta-feira, 30 de abril de 2010

trabalho n° VI

Bom galera....pra quem ainda quer entrar na faculdade... ainda a tempo... corram!!!
mande seu e-mail para : projetospelavida@gmail.com
ou então para mim: juliana.saudades@hotmail.com

galera!!!

Eu quero que vo6 vejam esse slide sobre aristóteles:

http://www.4shared.com/document/XgXTNLYv/trabalho_de_filosofia.html

pra beixar é rapidinho tá???
o nosso trabalho é:
Você deve agora,relacionar as ideias de sócrates e de platão e FAZER UMA REDAÇÃO COM O SEGUINTE TEMA:

"O HOMEM ESTÁ CONDENADO A SER LIVRE"


quero tbm deixar um vídeo minúsculo pra vo6, sobre os 3 maiores filósofos da grécia antiga...

2° semana de aula- Aula 3/ Artigo 5 (ESTOICISMO)

A filosofia estóica surgiu em Atenas por volta de 300 a.C, e foi até 200 d.C. Seu fundador foi Zenão (333/332 a.C.), originário da ilha de Chipre, que se transferiu para Atenas depois de ter sobrevivido a um naufrágio. Ele reunia seus ouvintes debaixo de um Pórtico. O substantivo estóico vem da palavra grega para "pórtico" (stoa). Teve muita influência na cultura romana. Os estóicos diziam que todas as pessoas eram parte de uma mesma razão universal, ou "logos". Eles consideravam cada pessoa um mundo em miniatura, um "microcosmo", que era reflexo do "macrocosmo". Isto levou à idéia de um direito universal mente válido, o assim chamado direito natural. O direito natural baseia-se na razão atemporal do homem e do universo e, por isso mesmo, não se modifica no tempo e no espaço. Para os estóicos, as legislações dos diferentes Estados não passavam de imitações imperfeitas de um direito cujas bases estavam na própria natureza. Assim como apagavam as diferenças entre o individuo e o universo, os estóicos também negavam a oposição entre "espírito" e "matéria". Para eles existia apenas uma natureza. Chamamos tal concepção de monismo (em oposição, por exemplo, ao claro dualismo, à bipartição da realidade, de Platão). Os estóicos eram marcadamente cosmopolitas, o que significava que eram filhos legítimos de sua época. Sendo cosmopolitas, eram mais abertos para a cultura contemporânea do que os filósofos chamados cínicos. Chamavam atenção para a convivência entre as pessoas, interessavam-se por política, e alguns deles chegaram a ser estadistas atuantes, como por exemplo o imperador Marco Aurélio (121 - 180). Graças a esses homens, e, sobretudo ao orador, filósofo e político Cícero (106 - 43 a.C.), a cultura e filosofia gregas conquistaram terreno em Roma.

2° semana de aula- Aula 3/ Artigo 4 (ECLETISMO)

O termo ecletismo denota a combinação de diferentes estilos históricos em uma única obra sem com isso produzir novo estilo. Tal método baseia-se na convicção de que a beleza ou a perfeição pode ser alcançada mediante a seleção e combinação das melhores qualidades das obras dos grandes mestres, fazendo sempre uma releitura. Como movimento artístico, o ecletismo ocorre na arquitetura no século XIX, na França, e se difunde para várias regiões do mundo. No Brasil o ecletismo é a corrente dominante da arquitetura, principalmente para aqueles que investiram na industrialização. O tijolo aparente foi usado em larga escala. No Brasil o ecletismo não era somente um movimento artístico, mas também algo que identificava a sociedade que o usava como aquela que valoriza o progresso e mostra erudição (conhecimentos do passado). Tanto que com a proclamação da República ele foi escolhido como porta-voz de uma nova época, já que através da ordem, se conseguiria o progresso, seria uma extensão da Europa. Isso seria modernizar, embelezar, racionalizar o espaço e sanear. Na sociedade, quem utilizava o ecletismo em suas construções, pertencia a um grupo, era identificado por isso, era um status. Assim, apesar da renda, tanto as residências de classe média como a baixa, tentavam, a seu modo, reproduzir o estilo em suas residências. Apesar disso, eram facilmente identificadas as diferentes classes sociais, pois o ecletismo era para quem possuísse capital. Os palacetes, dos donos de fábricas, eram construídos em colinas, com jardins, longe das regiões fabris (forma de proteção). Já as casas dos operários eram construídas nas várzeas, sem jardins, perto das fábricas. Após esse período, o Modernismo criticou gravemente o uso do ecletismo, já que o utilizavam como uma simples cópia, alienação da realidade brasileira. Isso era perfeitamente compreendido, já que uma sociedade colonizada, dominada político, econômico e culturalmente buscava sempre a valorização do que vinha de fora, o que era importado era melhor.

2° semana de aula- Aula 3/ Artigo 3 (CETICISMO)

Graças às obras do médico grego Sexto Empírico, que deixou uma exposição sistemática e completa da filosofia cética, esta nos é tão ou melhor conhecida que a maior parte das outras doutrinas da Antigüidade. Contudo, a difusão, o renome e a influência do ceticismo nunca se igualaram às do platonismo, do aristotelismo, do epicurismo ou do estoicismo. Isto se deve principalmente a duas causas. Em primeiro lugar devido ao fato de que esta atitude filosófica, que implica um questionamento radical do conhecimento sensível e racional, não poderia ser compatível com uma tendência profunda do homem: a que o leva a buscar, pela especulação, verdades incontestáveis e solidamente estabelecidas para fazer delas o fundamento, o apoio de sua existência. O espírito humano dificilmente consente em reconhecer seus limites: não é de sua natureza confessar-se in­capaz de chegar a certezas absolutas. Por detrás da diversidade cambiante dos fenômenos, ou seja, das aparências, o pensamento ocidental procurou, durante séculos, apreender o que e. Definir o Ser-em-si, o Bem por excelência foi, durante muito tempo, o fim supremo de suas investigações. Ora, o ceticismo não cessou de recusar à inteligência humana a capacidade de conceber estes princípios. Como reconhecer a importância de uma “doutrina” que contesta o valor de todo empreendimento filosófico tradicional? Além disso, os próprios termos “ceticismo” e “cético” foram, sobretudo a partir do século XVIII, objeto de um mal-entendido que contribuiu, em certa medida, para fazer conhecer mal o sentido e o alcance verdadeiros do “pirronismo” grego. Estas palavras foram usadas — e o são ainda — para designar a atitude própria de Voltaire, que consiste em colocar em dúvida as afirmações da fé religiosa, submetendo-as à crítica da razão ou da experiência sensível. As noções de ceticismo e de incredulidade foram, às vezes, identificadas e até confundidas.

2° semana de aula- Aula 3/ Artigo 2 (EPICURO)

Epicuro (341 – 270 a. C) filósofo grego nascido em Samos
foi favorável ao atomismo, doutrina desenvolvida originalmente por Leucipo e Demócrito, que o influenciou quando começou a filosofar, aos catorze anos. Sua família era nobre, mas ficou pobre. Seu pai foi um dos colonos que foram de Atenas para Samos. Quando criança acompanhava a mãe no trabalho em casas de pobres, e assim conheceu as crenças populares. Não sofreu muita influência dos filósofos que o precederam, pois não se dispôs a estudá-los. Em 325 a. C vai para Atenas onde comprou um jardim estabeleceu sua escola. Os epicuristas, alunos desta escola filosófica podiam ser homens ou mulheres, eram unidos entre si e com os professores. Atenas atravessava uma época difícil, mas ele lá permaneceu. Existe um busto que nos dá a descrição de Epicuro: a cabeça é forte, o nariz acentuado, os lábios espessos, a expressão calma e benevolente. Tinha muitos discípulos e amigos. O ponto básico de sua doutrina é que o bem é o prazer, e acusam os epicuristas de terem se entregue aos excessos dos festins, mas Epicuro comia muito pouco nas suas refeições diárias. Os atenienses eram atraídos pelo programa da sua escola : "aqui vocês encontrarão-se bem, aqui reside o prazer. Os epicuristas tinham os estóicos como adversários. Epicuro foi um dos grandes escritores da Antigüidade, compôs mais de trezentos tratados. Não era muito científico, e suas conclusões são passíveis de críticas. Escreveu um tratado, Da Natureza, em trinta e sete livros, no qual delineia a teoria atomística, os átomos são a explicação final das coisas, pontos últimos de deslocando no vazio, nada existe a não ser isso, a alma é formada de átomos materiais, tudo acontece devido a interação mecânica entre eles. O universo é corpo e espaço. Deve-se argumentar com aquilo que não é evidente aos sentidos. Sempre existiu alguma coisa e os átomos tem variadas formas . Enquanto o prazer é o soberano bem, a dor é o soberano mal. É uma moral hedonista, e tem que se eliminar toda a dor. A ataraxia (que é um estado da alma em que nada consegue perturbá-la, ela fica impassível. Chega-se a ela atendendo os desejos naturais e ignorando os desejos supérfluos, o sábio feliz contenta-se com o estritamente necessário. É o prazer estável que garante a felicidade. Devemos filosofar em atos. Todo o incômodo desejo se dissolve no amor a filosofia. E o sábio não tema a morte, pois quando se vive ela não existem não a sentimos e quando chega a morte, se deixa de ser.
Para Epicuro, o essencial para a felicidade é a nossa condição íntima. O desejo precisa ser controlado, para que a serenidade nos ajude a suportar a dor. A vida se torna agradável com o sábio raciocínio, que investiga a causa. A justiça não existe em si. Outra coisa interessante é o seu conselho para vivermos em reclusão, ignorados.
Por ser um defensor do prazer, quiseram fazer de Epicuro e os Epicuristas defensores da volúpia, mas o próprio fala contra isso, o prazer não é sensual.
Karl Marx escreveu uma tese sobre Demócrito e Epicuro. Nietzsche em alguns trechos comenta o epicurismo e o estoicismo, especialmente na Gaia Ciência.

2° semana de aula- Aula 3/ Artigo 1 (ARISTÓTELES)


Aristóteles nasceu em 384 a.C. em Estagira (Macedônia) e morreu no ano 322 a.C. em Cálcis (Eubéia). Aristóteles foi discípulo de Platão, mas seguiu o próprio caminho, com uma filosofia bem diferente do mestre. Quanto ao método de exposição da filosofia, enquanto Platão utilizara os diálogos, Aristóteles foi um sistematizador. Embora ele também tenha escrito diálogos, o que chegou até nós foi apenas uma parte das suas obras produzidas em forma descritiva e ordenada. Aristóteles sistematizou todo o conhecimento filosófico e científico produzido até sua época. Sua vida: Aristóteles foi preceptor de Alexandre Magno, na corte de Pela, e isso facilitou suas pesquisas pois, quando Alexandre expandiu o império Macedônico, o filósofo teve mais acesso às informações sobre formas de governo e sobre o mundo natural (do qual Aristóteles fez uma das primeiras classificações conhecidas). Quando Alexandre sobe ao trono na Macedônia, Aristóteles deixa a corte de Pela e volta para Atenas, onde funda sua própria escola de filosofia, próxima ao templo de Apolo Liceano (por isso passa a se chamar Liceu), seguindo uma orientação que rivaliza com a Academia de Platão que, nesse tempo, é dirigida por Xenócrates. A Academia era mais voltada para as Matemáticas e Filosofia, enquanto o Liceu se dedicava principalmente às Ciências Naturais. Sua principal Obra: Metafísica/Órganon: A obra de Aristóteles – corpus aristotelicum foi organizada por Andrônico de Rodes, que dirigiu o Liceu no século I a.C. Na sua Metafísica, Aristóteles ensina sobre o Ente, que é tudo aquilo que é, que tem Ser. É a noção mais abrangente de todas. Aristóteles cria a teoria das quatro causas do ser: material, formal, eficiente e final. Para Aristóteles, a permanência e o movimento necessitam dessa teoria para que possam ser explicados: a teoria das causas do Ser. Há causas que são: a) Intrínsecas (estáticas – explicam o ser) 1. Material: responde à pergunta do que é feita alguma coisa. 2. Formal: responde à pergunta como uma coisa é feita? É o ato ou perfeição pelo qual uma coisa é o que é. Pode-se chamar também de essência. b) Extrínsecas (dinâmicas – explicam o vir a ser ou devir) 1. Eficiente: responde à pergunta quem fez? Trata-se do agente ou princípio do qual resulta a coisa. 2. Final: responde à pergunta para que é feita? Trata-se do objetivo que move o agente a atuar sobre tal coisa. Por exemplo: uma mesa feita de madeira ( causa material), com um lugar para colocar os livros (causa formal), feita pelo marceneiro (causa eficiente) para servir ao estudo dos alunos (causa final). Inteligência Divina na filosofia de Aristóteles: atração do ser. Para Aristóteles, há uma substância supra-sensível que é a Inteligência Divina (1º motor imóvel – ato puro) que pensa a si mesma e atua como Causa Final (por atração) e não como causa eficiente (pois, segundo ele, o Universo sempre teria existido). Lema de Aristóteles: "O homem que não precisa da sociedade, ou é um Deus ou uma besta".

trabalho n° V

RESUMÃO

Bom gente.. estudar Sócrates, o pai da filosofia e Platão, é meio complicado porque Sócrates, nunca escreveu nada durante toda a sua vida... Já Platão, que muito escreveu, descrevia Sócrates da maneira como ele o via...



Sócrates foi o Pai da IRREVERÊNCIA, DA ATITUDE E DA CORAGEM...

em seu leito de morte foi capaz de ousar e de desafiar a humanidade a pensar.



Já Platão, nós constumamos dizer ki é o berço da filosofia, pois todas as coisas que são discutidas na filosofia, são adaptações de Platão...

Tudo o que Sócrates queria era fazer a população pensar: sobre a vida, sobre a política da época, enfim, sobre tudo...


Platão tentava, também abrir os olhos das pessoas, através de seu mundo das idéias... Dizia que as pessoas não tinham conhecimento, porque não queriam ter...


Para entender Platão é bom assistir MATRIX... PILULA AZUL OU VERMELHA???


Para Platão também era essencial trabalhar corpo e mente, fazendo os 2 entrarem em perfeita harmonia, era assim que se alcancançaria o conhecimento!!!


Bom, baseado nestes 2 grandes gênios, Vou pedir-lhes o nosso 5° trabalho...


-FAÇAM UM SLIDE: USEM OS RECURSOS QUE PUDEREM...


DESTACANDO:


VIDA DE SÓCRATES E MORTE DE SÓCRATES E PENSAMENTOS DE PLATÃO...


E A INFLUÊNCIA DE PLATÃO NOS DIAS DE HOJE...


USEM IMAGENS, SONS, O QUE VOCÊS QUIZEREM... SEJAM BEM CRIATIVOS..


PODE SER NO PROGRAMA QUE QUIZER....


VLW...


2° semana de aula- Aula 2/ Artigo 4 (PLATÃO parte II)


O Mundo das Idéias de Platão
O mundo das Idéias de Platão é um mundo transcendente, de existência autônoma, acima do mundo sensível. As Idéias são formas puras, modelos perfeitos eternos e imutáveis, paradigmas. O que pertence ao mundo dos sentidos muda o tempo todo, se corrói e se desintegra com a ação do tempo. Mas tudo o que percebemos, todos os itens são formados a partir das Idéias, constituindo cópias imperfeitas desses modelos espirituais. Só podemos atingir a realidade das Idéias, na medida em que pelo processo dialético, nossa mente se afasta do mundo concreto, atravessando com a alma sucessivos graus de abstração, usando sistematicamente o discurso para se chegar à essência do mundo. A dialética em Platão é o principal instrumento de busca da verdade. Platão tirou da filosofia de Parmênides a noção da imutabilidade do Ser e de Heráclito a certeza de que o mundo sensível está em perpétuo estado de fluxo, sendo impossível conhecê-lo, e chegou a uma síntese desenvolida na teoria das Formas.
Uma analogia pode ser feita para compreendermos a teoria do Mundo das Formas (eidos) ou Idéias de Platão -o mundo inteligível que existe a parte da realidade sensível e é imutável. Imagine que o universo é o monitor do seu computador. As sucessivas imagens que passam pela tela são as múltiplas realidades cotidinas dos sentidos: explosões que vêm e vão, dando lugar logo a outras. Mas o monitor em si não muda: a realidade dele é constituída solidamente. Antes, ele engloba todas as realidade possíveis do mundo dos sentidos. Os fótons se acendem e apagam dentro dessa totalidade, como as imagens que os sentidos nos mostram. Mas, só com a inteligência podemos abordar essa realidade e chegar ao conhecimento, já que, para a metafísica clássica através do pensamento podemos chegar a realidade auto-consistentes. É por isso que uma frase de Platão acerca do tempo pode ser citada para ilustrar este argumento: “O tempo é a imagem móvel da eternidade”. Assim, em Platão temos um Realismo das Idéias, pois estas existem de forma perene independente do sujeito que conhece, e este só conhece na medida em que consegue contemplá-las com a luz interior da razão.
A IDÉIA de Platão é, portanto, a unidade dentro da multiplicidade. Para conhecer esta unidade é preciso que a inteligência confronte as opiniões contrárias e aparentemente contraditórias, até chegar a uma essência que supere o mero grau de opinião (doxa) e possibilite a ciência (episteme). O método dialético é este confronto e a essência é a Idéia, ou forma. A palavra “dialética” é da mesma família de “diálogo” e o formato escrito da obra de Platão mostra a sua importância dentro da doutrina. Através dos diálogos, exercia-se a dialética. Esta era um “jogo” presente em toda a sociedade ateniense, mas Sócrates quem a elevou a um grau único como o melhor método para conhecer a verdade, ou a Idéia.
O pensamento de Platão dialogava com antigas tradições já existentes, como algumas orientais e egípcias, coadunante com sua teoria de metempsicose, por exemplo. Ele acreditava numa alma imortal, que já existia no mundo das Idéias antes de habitar nosso corpo. O diálogo que melhor demonstra isso é o Fédon. Assim que passa a habitá-lo, a alma se esquece das Idéias perfeitas. Então o mundo se apresenta a partir de uma vaga lembrança. A alma quer voltar para o mundo das Idéias e por isso o conhecimento está ligado à lembrança. No diálogo Mênon, Sócrates mostra que um escravo (considerado inferior naquela época) podia ter um intrincado conhecimento abstrato de matemática, pois sua alma já possuía o conhecimento que Sócrates, porta-voz da Academia de Platão, ia trazer à luz através do seu jogo de perguntas e respostas. Conhecer, em Platão, é portanto, lembrar. Um dos primeiros críticos de toda essa teoria de Platão foi um de seus alunos da Academia, Aristóteles, que desenvolve uma metafísica opositora à metafísica de Platão.
ALEGORIA DA CAVERNA DE PLATÃO
Na conjetura de Platão, um pequeno grupo de pessoas vive acorrentada numa caverna desde que nasceu, de costas para a entrada. Elas vêem refletida na parede da caverna as sombras do mundo real, pois há uma fogueira queimando além de um muro, depois da entrada. Elas acham que as sombras são tudo o que existe. Um dos habitantes se livra das amarras. Fora da caverna, primeiro ele se acostuma com a luz, depois vê a beleza e a vastidão do mundo, com suas cores e contornos. Ao voltar para a caverna para libertar seus companheiros, acaba sendo assassinado, pois não acreditam nele. A alegoria ilustra o Mundo das Idéias, quem liberta sua alma é o filósofo, através da ascese, vai contemplando as Idéias sucessivamente, até chegar ao Sol, que representa a Suma Idéia do Bem. Todas as coisas estão bem dispostas no mundo, que acontece de forma geometrizável e com propósito. O homem é como um escravo dos deuses e daimons, e pouca chance tem de libertar-se, a não ser com a filosofia, cumprindo a vontade deles, através da vida virtuosa correta. O homem é como um animal de rebanho dos deuses e por isso o suicídio é condenado, como fala Platão, por exemplo no Eutífron, da mesma maneira que um pastor não gosta que suas ovelhas se desgarrem.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

2° semana de aula- Aula 2/ Artigo 3 (PLATÃO)

PLATÃO
Bom gnt esse assunto é bem extenso, eu porei só o resumo mas é sempre bom vo6 darem mais uma aprefundada tá? bons estudos...

Platão nasceu em Atenas no ano 427 a. C. e morreu em 347 a.C. Foi o discípulo de Sócrates e mestre de Aristóteles. Era filho de uma nobre família ateniense e seu nome verdadeiro era Arístocles. Seu apelido de Platão foi devido à sua constituição física e significa “ombros largos”. Após a morte do seu mestre Sócrates, Platão fez muitas viagens, ampliando sua cultura e suas reflexões. Por volta de 387 a.C., Platão fundou sua própria escola de filosofia, nos jardins construídos pelo seu amigo Academus, o que deu à escola o nome de Academia. É uma das primeiras instituições de ensino superior do mundo Ocidental. Segundo Platão, os sentidos só podem nos fornecer o conhecimento das sombras da verdadeira realidade, e através deles só conseguimos ter opiniões, um conhecimento imperfeito das coisas. O conhecimento verdadeiro se consegue através da dialética, que é a arte de colocar à prova todo conhecimento adquirido, purificando-o de toda imperfeição para atingir a verdade. Cada opinião emitida é questionada até que se chegue à verdade. Para Platão, o verdadeiro conhecimento está no mundo das Idéias. Um de seus textos mais interessantes é a Alegoria da Caverna. Nesse texto Platão faz uma tentativa de explicar a condição do filósofo, ou seja, o papel daquele que busca levar os seus companheiros ao conhecimento da verdade. Platão descreve que; há homens presos, desde meninos, por correntes nos pés e no pescoço, com o rosto voltado para o fundo da Caverna. Próximo à entrada da caverna desfila-se com muitos objetos diferentes, cujas sombras são projetadas pela luz do Sol na parede do fundo. Os prisioneiros contemplam as sombras, pensando tratar-se da realidade, pois é a única que conhecem. Um dos prisioneiros consegue escapar, e, voltando-se para a entrada da caverna, num primeiro momento tem sua vista ofuscada pela luz intensa, mas aos poucos ele se acostuma e começa a descobrir que a realidade é bem diferente daquela que ele conheceu a vida toda, por meio das sombras. Esse homem se compadece dos companheiros da prisão e volta para lhes anunciar aquilo que contemplara. Ele é chamado de louco e é morto pelos companheiros.
Essa alegoria pode ser interpretada assim:
Prisioneiros: todos nós
Caverna: nosso mundo sensível
Sombras: conhecimento conquistado pelos sentidos
O mundo iluminado pelo sol: mundo das idéias puras e perfeitas.
O homem que descobre a verdade: Platão parece estar se referindo a Sócrates que foi condenado à morte por ter se preocupado em conhecer e ensinar a verdade.
Platão escreveu quase toda sua obra na forma de diálogos. A República é uma de suas principais obras. Divide-se em 10 livros. É um dos mais importantes tratados de Ciência Política, Teoria do Estado e Educação onde idealizou um Estado dividido em três classes principais.
Principais lemas de Platão: "Só quem sabe Geometria pode entrar na Academia"
Pensamento político: "Cada um deve atender as necessidades da cidade naquilo pelo qual a sua natureza esteja mais dotada".

2° semana de aula- Aula 2/ Artigo 2 (DEFESA DE SÓCRATES)

...
ESSE CONTEÚDO É MIO EXTENSO TÁ GNT, VOU PRECISAR KI VO6 TENHAM PACIÊNCIA PARA LÊ-LO:

Apologia de SócratesPlatão

Apologia de Sócrates é um
livro sobre a defesa do filósofo Sócrates em seu julgamento. O livro foi
escrito por Platão, seu discípulo, uma vez que o próprio Sócrates não deixou
nada escrito.

Sócrates fora acusado de
negar a existência dos Deuses da época e de corromper os jovens.

No livro Sócrates diz
que Xenofonte, seu amigo de infância e
também discípulo, certa vez perguntou a pitonisia, que era a sacerdotisa do
templo de Delfos, se existia alguém mais sábio que Sócrates. A pitonisia
respondeu que não.

A resposta deixou o
filósofo intrigado, pois ele mesmo não se considerava a pessoa mais sábia de
todas. Ele resolveu então fazer uma pesquisa, foi até as pessoas mais sábias
que ele conhecia para tentar provar que essas eram mais sábias que ele.

Ele foi aos políticos, aos
poetas, aos artífices e aos oradores. E de sua experiência com todos chegou à
conclusão de que todos esses que ele considerava sábios na verdade não o eram.
Isso por que eles se acreditavam sábios, acreditavam em sua sabedoria e
intelectualidade e não reconheciam que sua sabedoria na verdade não tinha
nenhum mérito.

Para Sócrates a virtude
era conhecimento, e o conhecimento era algo inatingível, daí a famosa frase:
“Só sei que nada sei”.

Sócrates promovia diversos
debates e provocava as pessoas com diversas perguntas, seu objetivo não era
irritar ninguém mas sim fazer com que as pessoas pensassem sobre o que lhes
estava sendo perguntado. Ele acreditava que dessa maneira as pessoas colocariam
para fora o verdadeiro conhecimento.

Muitos jovens gostavam de
ouvir Sócrates durante suas pesquisas e começaram a realizar pesquisas eles
mesmos. Daí nasceram as acusações contra Sócrates, os acusados de não serem
sábios encontraram por meio de seus jovens discípulos uma maneira de
incriminá-lo.

Os principais acusadores
de Sócrates eram: Meleto pelos poetas, Anito pelos artífices e Lícon pelos
oradores.

Sócrates durante todo o
julgamento é responsável por sua própria defesa, que tem passagens brilhantes
como no momento em que ele coloca Meleto em contradição ao dizer que Sócrates
não acredita nos Deuses, mas como pode ele pode não acreditar nos Deuses e
acreditar nos demônios que também são uma espécie de Deuses, por serem filhos
bastardos de ninfas e Deuses. Seria como acreditar em coisas humanas mas não
nos homens.

Ele recusa-se também a
fazer o teatro que era feito pelas pessoas julgadas naquela época, que levavam
os filhos, mães e familiares em geral para apelar ao lado emocional dos juízes.

Por fim Sócrates é
considerado culpado e condenado a beber um veneno chamado cicuta.

Ele não considera a morte
ruim, considera uma libertação de seus inimigos e de tudo que é ruim na vida.
Compara a morte a uma noite de sono sem sonhos, diz que se pensar em todo os
dias de sua vida o melhor, entre todos, será com certeza a noite calma e
tranqüila sem sonhos. Diz também que se por outro lado a morte for o despertar
para outra vida, seria igualmente bom, ele poderia encontrar pessoas queridas
que já haviam morrido, dentre elas outros condenados injustamente.

2° semana de aula- Aula 2/ Artigo 1 (SÓCRATES)

QUEM FOI SÓCRATES???
Sócrates era um filósofo atheniense grego. A melhor filosofia, mas...que acabou condenando-o à morte por uma corte de athenienses. E ele escolheu morrer bebendo o ?hemlock?. Tinha sido acusado como desrespeitador das leis de Deus e como um corruptor da juventude atheniense, através de seus ensinos, mas deram a ele a oportunidade de permanecer no exilio. Entretanto, escolheu morrer, porque beneficiado com o exílio, acreditava-se em desonra e, este acordo, o mostrava disposto a suportar as leis de Atenas. O que é sabido agora sobre a vida de Sócrates é derivado mais de informação que vem das várias fontes secundárias: os diálogos escritos por Platão, um dos estudantes de Sócrates; os trabalhos de Xenophon, um de seus contemporâneos; e escritas de Aristophanes e de Aristoteles. Qualquer coisa escrita pelo próprio Sócrates não sobreviveu. Aristophanes era um satírico notável, assim... os seus alunos podiam emanar sobre Sócrates, inclinações exageradas ou totalmente falsificadas. Uma outra complicação é a tradição no grego antigo, dos escolares transferirem suas próprias idéias, teorias e, às vezes mesmo, os traços pessoais a seus mentores, uma tradição que Platão parece ter seguido. Gabriele Giannantoni, que nos seus 1991 monumentos, trabalhou Sócrates e Reliquias Sócratinianas, tenta compilar cada resto de evidência a respeito de Sócrates, incluindo o material atribuído a Aeschines Socraticus, a Antisthenes e a um número enorme de outros, que supostamente o tenham conhecido. A Teoria de Sócrates, porventura sua contribuição mais importante ao pensamento ocidental, (respondendo a uma pergunta com outra pergunta) o método dialético do inquérito, tido como o método de Sócrates, que se aplicou na maior parte ao estudo dos conceitos morais-chave, tais como o bem e a justiça. Conceitos usados constantemente sem nenhuma definição real. Foi descrito primeiramente por Platão nos diálogos de Sócrates. Para este, Sócrates é considerado habitualmente como o pai da filosofia e éticas políticas ou filosofia moral, e como manancial de todos os temas principais da filosofia ocidental no genero. O método, uma série de perguntas postas para ajudar a uma pessoa ou a um grupo a determinar sua opinião subjacente, e a extensão de seu conhecimento. A Teoria de Sócrates é um método negativo de eliminação da hipótese, pois as hipóteses melhores são encontradas, identificando e eliminando aqueles que se conduzem pela contradição. Projeta ou força cada um a examinar sua própria opinião, antes de validar tal opinião. De fato, Sócrates disse uma vez : Eu sei que você não me acreditarão, mas o modelo mais elevado de excelencia humana é o de se questionar.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

trabalho n° IV

Bom pessoal, agora vo6 já estão beem por dentro de todas as mitologias e crenças então, vamos estudar agora, um pouco sobre a história da FILOSOFIA e como tudo aconteceu...

Como eu postei na hj, a filosofia nasceu na Grécia e que por tanto é lá que estudaremos os seus primeiros passos....

Os filósofos Pré-Secráticos, ganharam esse termo porque vieram antes de Sócrates, porém, eles também recebem um outro nome: FILÓSOFOS DA NATUREZA. Porque o objetivo principal de seu esudos e teses era o de encontrar a origem do universo, assim como nas mitologias, lembram? eles tinham os mesmos objetivos, de tetar descobrir COMO O MUNDO FOI CRIADO E QUAL É A SUBSTÂNCIA PRIMORDIAL QUE DEU ORIGEM A VIDA.
Um pouco depois surgiram os Sofistas, que eram filósofos bastante estudados e viajados que exerciam a ARTE DA RETÓRICA. Retórica, é mais ou menos como saber falar bem saber fazer com que todos acreditem em seus argumentos...

Com base em tudo isso, em todos estes filósofos que estudamos hj e ultilizando a arte da RETÓRICA, (escrever bem), respondam-me a seguinte questão:
-Qual destas teses fazem mais sentido para você? com qual delas você de identifica mais e acha que é mais próxima da verdade???

-Com qual das mitologias estuadas você mais se identificou???

respondam as 2 perguntas em forma de redação, não se esqueçam que além de expressar suas opniões, vocês devem tentar fazer com que todos os que as lêem, acreditem no que está sendo dito....

BONS ESTUDOS!!!

BY: PROF° JULLY


QUEM AINDA NÃO É DA FACULDADE E QUER PARTICIPAR É SÓ MANDAR UM E-MAIL PARA:
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O trabalho eu quero que me entreguem no meu e-mail:
juliana.saudades@hotmail.com

Entreguem-me o mais rápido possível...

2° semana de aula- Aula I/ Artigo 2 (OS sofistas)

Os Sofistas
O termo grego sofista designa homem hábil ou sábio em qualquer assunto, significa 'mestre da sabedoria'. Eram professores que ensinavam por todas as partes da Grécia. Numa época em que a democracia grega exigia a confrontação pública dos cidadãos para resolverem os seus problemas comerciais e jurídicos, os sofistas ensinavam, em troca de uma remuneração, a persuasão e a retórica.
A partir de Platão (429-347 a.C.) e Aristóteles (384-322 a.C.), sofista passa a designar aquele que usa argumentos aparentemente válidos para enganar os outros – sofismas – e, consequentemente, passa a ter uma conotação pejorativa.
Todavia, convém realçar a indubitável contributo positivo dos sofistas (entre os quais Protágoras, Crítias, Hípias e Górgias) para o desenvolvimento do ensino em geral e do pensamento filosófico em particular:
• Os sofistas promoveram a viragem, na história da filosofia, dos temas ligados à Natureza (aos quais se dedicaram os filósofos pré-socráticos) para o tema do Homem (antropologia) e com eles levantaram-se as primeiras questões da filosofia da linguagem.
• Contribuíram para a fundação da Paideia, fonte da formação e cultura ocidentais.
• Inauguraram o estatuto social de profissional do saber: ensinavam de terra em terra diversas matérias (da gramática às matemáticas), cobrando honorários, motivo pela qual foram fortemente criticados.
• Impulsionaram o ensino da retórica, nomeadamente da areté política: ela constitui a base da preparação dos jovens para a vida pública e política. Os sofistas ensinam a argumentar ,a discursar, a persuadir e convencer, por forma a que os jovens possam cumprir as exigências da cidadania e enveredar pela carreira política.
A Metodologia dos Sofistas
A metodologia mais utilizada pelos sofistas é a Antilogia .Acreditavam ser possível defender dois argumentos contraditórios e incentivavam os seus alunos a defenderem o mais fraco. A retórica foi um instrumento de poder na democracia ateniense e , desde muito cedo , os sofistas reconheceram que mais importante do que um conteúdo de um discurso é o uso que se faz das palavras , de forma a convencer os ouvintes. Neste sentido , a verdade dos discursos é a verdade que serve o homem concreto. É a verdade relativa .
É de Protágoras a frase que coloca o homem no meio das preocupações: "o homem é a medida de todas as coisas". Esta frase quer dizer que não há um mundo objectivo desvinculado dos sujeitos que conhecem o mundo. Se num dado momento, para um indivíduo, o tempo está quente, o tempo está quente; mas, se para um outro está frio, o tempo está frio. Disso se conclui que não uma objectividade a respeito do tempo. Deste modo, a ‘ verdade ' sobre o tempo é relativa a cada sujeito. Isso é chamado de relativismo.

2° semana de aula- Aula 1/ Artigo 1 (filósofia pré-socráticos)



















Como o assunto é meio extenso, vou explicar-lhes o mais resumido possível ok?
Os filósofos pré-socráticos além de desenvolverem seu pensamento antes de Sócrates, foram aqueles que possuíam uma só unidade temática: a physis. Eles tentavam descobrir a ARCHÉ de todas as coisas, o porque da existência do mundo.
Os pré-socráticos buscavam a origem natural do universo, as transformações que ocorriam e seu destino. Para isso utilizavam aforismos (expressão moral que é compreendida por meio de poucas palavras) para relatar sobre a natureza utilizando conceitos metafísicos e místico-religiosos.
Os pré-socráticos se originaram em Mileto, Éfeso, Samos, Clazômena, Crotona, Tarento, Eléia, Agrigento e Trácia. Dentre os filósofos dessa época, pode-se destacar: (OS PRINCIPAIS , NÃO TODOS)

Tales de Mileto: Era monista, acreditava na origem de todas as coisas por meio da água.

















Anaximandro de Mileto: Também monista, acreditava na origem de todas as coisas por meio do indeterminado.






















Anaxímenes de Mileto: Também monista, acreditava na origem de todas as coisas por meio do ar.


















Pitágoras: Originou o pitagorismo, escola filosófica e seita política, religiosa e moral. Heráclito: Também monista, acreditava na origem de todas as coisas por meio do fogo.



















Parmênides: Escrevia em forma de versos e acreditava no ser uno, eterno e imóvel.
















Zenão: Também monista, destaca-se pelas suas dificuldades racionais em relação a críticas do pluralismo.


















Empédocles: Pluralista, acreditava na origem de todas as coisas por meio dos quatro elementos: terra, água, ar e fogo.














Anaxágoras: Também pluralista, acreditava na origem do universo pelos quatro elementos.













Leucipo: Atomista, acreditava na origem do universo por meio dos átomos.


















Demócrito: Também atomista, acreditava na origem do universo por meio dos átomos.